Ver o conteúdo do artigo
Cleide Oliveira, do núcleo de Branded Content

Fim do ano é aquele período em que temos o hábito de fazer um balanço de nossas ações e avaliar o modo como contribuímos para tornar a sociedade ainda melhor. É quando buscamos agradecer as conquistas alcançadas por meio da doação, do voluntariado e do engajamento.

Com a proximidade do Natal, cresce a vontade de compartilhar. Aumenta o senso de pertencimento, de comunidade e a inspiração para promover um impacto positivo na vida das outras pessoas. Sob esse conceito, a marca Chester Perdigão da companhia BRF iniciou em 2016 uma parceria com o programa Mesa Brasil SESC para distribuir Chester Perdigão a famílias em situação de vulnerabilidade social e nutricional.

Ação da Perdigão com o Mesa Brasil SESC distribui 250 mil unidades de Chester por ano, desde 2016 (Divulgação)
Ação da Perdigão com o Mesa Brasil SESC distribui 250 mil unidades de Chester por ano, desde 2016 Divulgação

É uma das muitas formas que a Perdigão encontrou de espalhar a generosidade: por meio da doação de um item tradicional nas comemorações de fim de ano, levando proteína à mesa de mais brasileiros.

Natal mais generoso

“Um dos grandes méritos da campanha foi ampliar o senso de voluntariado entre os funcionários, que participam ativamente nas entregas”, conta Bárbara Azevedo, responsável pelas ações de voluntariado do Instituto BRF.

O Mesa Brasil SESC foi escolhido para ajudar a viabilizar a ação por se tratar de “uma das maiores redes de bancos de alimentos do mundo. Com a ajuda dessa organização, a Perdigão vai distribuir este ano 250 mil unidades de Chester Perdigão dentro do programa. É uma operação complexa, que exige atenção na logística, para garantir o sucesso do envio e da entrega do produto às famílias beneficiadas”, explica Bárbara.

Novos estados são incluídos todos os anos (Divulgação)
Novos estados são incluídos todos os anos Divulgação

A distribuição foi realizada até o dia 18 de dezembro, chegando ao marco de 1 milhão de unidades de Chester Perdigão doadas em 18 estados, conforme o previsto para a campanha deste ano. Alagoas, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Pará, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul estão nessa lista.

Uma das premissas do projeto é alcançar cada vez mais lugares

Uma das premissas do projeto é alcançar cada vez mais lugares a cada ano e, para que isso aconteça, a companhia conta com o engajamento de funcionários da BRF que podem se voluntariar para ajudar na distribuição.

Parceria com Mesa Brasil SESC é fundamental na logística de distribuição (Divulgação)
Parceria com Mesa Brasil SESC é fundamental na logística de distribuição Divulgação

A operação é organizada via plataforma online pela ONG Atados e os resultados são divulgados no Portal da Generosidade, portal que entrou no ar em 2019. No endereço eletrônico, é possível acompanhar os números de famílias contempladas por meio do Mapa da Generosidade. A ferramenta tem contador atualizado diariamente, que mostra quantas unidades de Chester Perdigão foram destinadas por região do Brasil.

https://img.r7.com/images/infografico-chester-perdigao-19122019104039197
Arte R7

No total, essa corrente do bem já uniu de ponta a ponta mais de 3 mil instituições – sendo o elo principal o consumidor final: a cada unidade de Chester Perdigão vendida, o consumidor ajuda a doar o produto para 250 mil famílias.

“A campanha teve início há quatro anos e, até o final desta temporada, teremos um acumulado de um milhão de unidades de Chester Perdigão distribuídas”, comemora a gestora do Instituto BRF. É o Mapa da Generosidade ganhando contornos pelo Brasil. Para Bárbara, esse resultado é um complemento das ações de incentivo que a companhia faz em todas as comunidades em que atua.

Funcionários BRF participam das distribuições (Divulgação)
Funcionários BRF participam das distribuições Divulgação

“No nosso programa de voluntariado corporativo, temos um comitê de investimento social formado por funcionários, que define o calendário de ações a ser executado. Esse comitê funciona em todas as unidades produtivas, que atuam nas comunidades locais, para promover atividades recreativas para crianças, acolhimento de idosos e renovação de espaços públicos como escolas, hospitais, creches. Além disso, buscamos meios de incentivar a cadeia produtiva regional de alimentos (o pequeno produtor rural, por exemplo), que é de onde muitas famílias tiram o seu sustento”, diz Bárbara.

“Acreditamos, acima de tudo, que o alimento é uma ferramenta de transformação social”
Bárbara Azevedo
Fazer o bem faz bem

Praticar o bem sem olhar a quem. É com esse espírito, embalado na contagiante alegria natalina, que as pessoas buscam levar as boas ações ao próximo.

Essa vontade de ajudar, ao contrário do que muita gente pensa, é uma qualidade muito comum no ser humano. Não depende deste ou daquele tipo de personalidade e tem até explicação científica sobre essa característica. Uma delas, acredite, é o nosso próprio bem-estar.

As doações são oportunidades de levar proteína à mesa de quem precisa (Divulgação)
As doações são oportunidades de levar proteína à mesa de quem precisa Divulgação

De acordo com o médico neurologista Ricardo de Oliveira Souza, “toda ação altruísta genuína vem acompanhada de um sentimento igualmente genuíno de satisfação”. Gostamos de realizar boas ações porque isso nos produz uma sensação gratificante e de felicidade.

As histórias a seguir falam sobre várias formas de generosidade, de como o voluntariado e a doação de tempo, amor e carinho ajuda a transformar vidas. É um círculo virtuoso, que vale a pena conhecer para admirar e se inspirar.

Psiu, o Palhaço Noel
Psiu hoje distribui presentes que sempre sonhou ganhar (Divulgação/ Arquivo Pessoal)
Psiu hoje distribui presentes que sempre sonhou ganhar Divulgação/ Arquivo Pessoal

Transformar um drama pessoal em generosidade. Esse foi o caminho que o Palhaço Psiu Genilson Francisco Lopes, do Distrito Federal, escolheu para mudar sua história. Criado em um orfanato de Planaltina, ele e os irmãos foram deixados pela mãe com a promessa – nunca cumprida – de serem visitados em todos os natais e dias das crianças.

Sem visitas nem presentes, o menino Genilson cresceu para se tornar Psiu, o palhaço que hoje é também o Papai Noel de muitas crianças carentes.
Todos os anos, ele promove uma festa de Natal com comida, diversão e, é claro, muitos presentes. Já chegou a distribuir 10 mil brinquedos. Entre um pacote e outro de presente que ele mesmo faz questão de embrulhar, Psiu revela a falta que sempre sentiu dos pais.

“Faço tudo com amor”
Palhaço Psiu

Ele lembra dos maus-tratos sofridos na infância e confessa que deixar o orfanato trouxe um grande dilema: “Teria que seguir o caminho do bem ou do mal. Então, perdoei o que passou e escolhi levar alegria no coração. Faço tudo com amor e, nessa época do ano, a minha casa se transforma na casa do Papai Noel. Faço questão de entregar brinquedos novos, arrecadados por meio de doações. Eu não quero que eles passem pelo o que eu passei”.

Com a entrega de seus presentes, Psiu realiza sonhos das crianças não só do Distrito Federal, mas também de outros Estados do Brasil.

Jornada tripla: bancária, mãe e voluntária
Thais sempre encontra tempo para praticar o voluntariado (Divulgação/ Arquivo Pessoal)
Thais sempre encontra tempo para praticar o voluntariado Divulgação/ Arquivo Pessoal

Ela é bancária, mãe e voluntária. Para Thais Vencio Araújo, de São Paulo (SP), a falta de tempo não é desculpa para deixar de contribuir para uma sociedade melhor. Ela sempre quis alcançar o maior número possível de pessoas com suas boas ações.

“Comecei a ver o voluntariado como um respiro na vida de muitas famílias, pessoas em situação tão grave com a falta de tudo... Em contato com elas, percebi que o pouco que oferecemos já traz um alívio, sabe? Não precisamos esperar que alguém ajude, nós podemos ajudar!”, observa.

Sua rotina é intensa como a da maioria das mães que trabalham e conciliam a dupla jornada. Mas nem por isso Thais deixa de ajudar quem precisa.
Ela faz parte de um grupo que se organiza por meio de um aplicativo de mensagens e que, a cada mês, escolhe diferentes comunidades para beneficiar. As doações incluem lanches, sacolas de roupas, kits de higiene e brinquedos.

“Não dá pra gente se isolar”
Thais Vencio Araújo

“A correria do dia a dia atrapalha um pouco, a sobrecarga de trabalho e os horários apertados para buscar os filhos, cuidar da casa... Tudo isso e ainda lidar com a nossa conjuntura social gera cansaço e ansiedade”, avalia.

“Só que não dá pra gente se isolar, falta muito para que as pessoas tenham uma vida digna: falta educação, estrutura, segurança. Quando você doa, acaba sendo uma luzinha no dia de alguém, ganha sorrisos, descobre que não precisa ter medo, que juntos somos mais fortes de verdade! Descobrir isso faz um carinho na alma e no coração”.

A arte (e a trupe) do bem
Trupe do Bem: bom humor e alegria em altas doses (Divulgação/ Arquivo Pessoal)
Trupe do Bem: bom humor e alegria em altas doses Divulgação/ Arquivo Pessoal

Lucimara Miyoshi Pecegueiro é uma produtora de eventos e designer gráfica paulistana que pratica o voluntariado desde os 18 anos. Ela faz parte da Trupe do Bem, um grupo que leva bom humor e alegria a diferentes instituições por meio de seus personagens. “Visitamos uma vez por mês e cada uma nos ensina algo diferente”, conta.

“Nas casas de apoio para crianças com câncer, o amor e dedicação das mães é algo muito mágico. Elas abrem mão de tudo para ver seus filhos bem ou curados”.

Eles se vestem de palhaços, princesas, super-heróis, entre outros, e visitam hospitais, creches, casas de repouso e outros lugares que precisem de uma dose de amor, carinho e brincadeiras. Quando possível, a turma organiza atividades ao ar livre.

Muito amor

“Gostamos de planejar passeios fora da casa ou do hospital, que é onde a maioria dos pacientes passa a maior parte do tempo. Em asilos, promovemos bailes com música ao vivo, pois muitos idosos ainda têm bastante energia e amam uma festa”, conta.

Para ela, ver o impacto negativo causado pelo abandono e pela violência em uma criança é a parte mais difícil do trabalho. “Mesmo assim, elas têm muito amor e carinho para dar, somos sempre recebidos com sorrisos. Já nas instituições que cuidam de pessoas com necessidades especiais são os melhores lugares para ir, pois podemos exercer o nosso real objetivo: a compaixão, com doação 100%. Conseguimos sentir a reação delas pelo olhar e pelo coração”, se emociona.

“Nossa família aumentou e tudo começou com a compaixão”
Lucimara Miyoshi Pecegueiro

Lucimara acredita que a generosidade é importante para evoluir como ser humano; e que também está recebendo muito mais do que doando.

A prova dessa recompensa veio na forma de dois presentes para sua família: a adoção de dois irmãos, adotados por seus pais após um trabalho realizado em uma instituição. Na época, as crianças tinham 5 e 7 anos.

“Foram [necessários] dois anos para que isso realmente acontecesse. Nossa família aumentou e essa relação começou pela compaixão. O amor foi sendo construído com os anos e com ambas as partes tentando fazer aquilo dar certo”, explica.

“Hoje, meu irmão está com 23 anos, cursando a faculdade, e minha irmã tem 21 anos. Ela estuda, trabalha e se tornou uma mãe incrível. Sim, a família cresceu! Com certeza, tenho o privilégio de fazer parte da vida deles e isso me tornou um ser humano melhor”, confidencia Lucimara. Sua experiência mostra que generosidade e compaixão podem ser realizadas o todo tempo e em qualquer lugar.

O amor está no ar

Ele comoveu a internet e viralizou nas redes sociais por enfrentar seis voos diferentes em apenas três dias. Seu objetivo? Evitar que a filha caçula, recém-formada no curso de comissária de bordo da empresa Delta Airlines, ficasse sozinha na noite de Natal.

A história de Hal Vaughan, 65 anos, rodou o mundo, comoveu pais e filhos, ganhou as manchetes de grandes veículos da imprensa e comprovou que a capacidade de colocar as necessidades do outro acima das nossas é realmente sem limites. Um caso extremo e diferente de generosidade: a doação de tempo.

Hal enfrentou muitos contratempos para estar ao lado da filha

Chama a atenção o fato de que voar tanto em tão pouco tempo, durante o período atribulado das festas de fim de ano, é realmente uma tarefa que exige muito amor e altruísmo.

Aeroportos lotados, filas de check-in intermináveis e comida ruim durante o voo são apenas alguns dos contratempos com os quais podemos contar em dias de operação normal. Nos feriados e datas especiais, a dor de cabeça se multiplica.

Para Hal, no entanto, estar ao lado da filha era mais importante do que pensar no conforto de ficar em casa. Algo que, aliás, ele deveria ter feito já que se recuperava de uma grave lesão no pescoço causada por um acidente doméstico.

Um episódio “surreal”

A filha Pierce, surpresa tanto pela teimosia como pela demonstração do amor incondicional, definiu o episódio todo como surreal. E muito fofo, como concordam os 35 mil posts relacionados ao assunto compartilhados na rede.

Viu só como o voluntariado pode ser ainda melhor na prática? Agora que você já conhece as formas de ajudar, que tal colaborar com esta campanha para um Natal mais generoso? Participe, garanta o seu Chester Perdigão e ajude na doação que vai beneficiar 250 mil famílias neste Natal.

https://img.r7.com/images/chester-perdigao-fecha-17122019145821309
Divulgação

Uma iniciativa: Perdigão

Uma iniciativa: Perdigão
Comer junto tem sabor de Chester Perdigão! Uma empresa premiada, que há mais de 85 anos traz sabor e qualidade para suas refeições.



Texto
: Cleide Oliveira
Arte: Sabrina Cessarovice
Produção visual: Perdigão

Conteúdo e Marca R7 Multiplataforma
Redatores
: Juliana Lambert, Julia Arbex, Cleide Oliveira e Rodolfo Paioletti
Editora-chefe: Maria Beatriz Zultauskas